Constelação
Uma Constelação é um grupo de estrelas que aparecem próximas no céu. Elas podem, na verdade, estar bastante distantes uma da outra, e não ter nenhuma relação.
Todos os povos sempre observaram o céu, e projetaram nele imagens que faziam parte de sua vida diária. No hemisfério sul reconhecem-se facilmente o Cruzeiro do Sul. As Três Marias são facilmente reconhecidas dentro do retângulo de Orion. Das constelações do zodíaco, Escorpião é a que mais se parece com o nome que recebeu.
Diferentes povos deram diferentes nomes a constelações, como a constelação de Ursa Maior.
São conhecidas 88 constelações, que podem ser classificadas em:
Boreais – que são vistas apenas o hemisfério norte,
Austrais – que são vistas apenas no hemisfério sul e
Zodiacais - que são vistas na sua maioria nos dois hemisférios.
As 88 constelações são caracterizadas de acordo com o hemisfério em que são vistas: austral (hemisfério Sul) e boreal (hemisfério Norte). Algumas das constelações visíveis ao norte são: Cisne, Águia, cavalo com garras, Andrômeda, Ursa maior, Perseu, Dragão e Áries. Já algumas visíveis ao sul são: centaurinho, Cruzeiro do Sul, Índio, Fênix, Órion, Lagarto, Sagitário etc. São visíveis na altura da linha do Equador: Câncer e Capricórnio.
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Sol
Sol
O Sol (do latim Sol) é a estrela central do nosso sistema planetário solar. Atualmente, sabe-se que em torno dele gravitam pelo menos oito planetas, quatro planetas anões, 1.600 asteróides, 138 satélites e um grande número de cometas. Sua massa é 333.000 vezes a da Terra e o seu volume 1.400.000 vezes. A distância do nosso planeta ao Sol é de cerca de 150 milhões de quilômetros (ou 1 unidade astronômica (UA), aproximadamente). A luz solar demora 8 minutos e 18 segundos para chegar à Terra.
O Sol (do latim Sol) é a estrela central do nosso sistema planetário solar. Atualmente, sabe-se que em torno dele gravitam pelo menos oito planetas, quatro planetas anões, 1.600 asteróides, 138 satélites e um grande número de cometas. Sua massa é 333.000 vezes a da Terra e o seu volume 1.400.000 vezes. A distância do nosso planeta ao Sol é de cerca de 150 milhões de quilômetros (ou 1 unidade astronômica (UA), aproximadamente). A luz solar demora 8 minutos e 18 segundos para chegar à Terra.
Nascimento de uma estrela
Nascimento de uma estrela
Basicamente, todas as estrelas nascem da mesma maneira; sua evolução e sua morte é que podem diferir bastante. Imagine uma imensa nuvem de gás num dado local do Universo. A força gravitacional entre cada partícula da nuvem e todas as demais partículas da mesma nuvem faz com que essa partícula seja atraída para o centro da nuvem. Conforme as diferentes partículas vão “caindo” para o centro, como se cada uma fosse uma pedrinha caindo na Terra, essas partículas vão se chocando umas com as outras. Desses choques ocorrem atritos e calor. A nuvem vai se aquecendo, principalmente na sua parte central. A partir de uma dada temperatura, os choques começam a ficar tão intensos que os elétrons que orbitam em torno do núcleo atômico começam a ser desligados desses núcleos: dizemos que ocorre a ionização do átomo.
A nuvem passa a ser uma mistura de elétrons e prótons. Essa mistura recebe o nome de Plasma, que é considerado como sendo o quarto estado físico em que a matéria pode se encontrar. Dois prótons, ambos de cargas elétricas positivas, sofrem repulsão eletrostática entre eles. Mas, devido às grandes temperaturas, dois prótons podem ter velocidades tão grandes que conseguem romper as barreiras de repulsão eletrostática e acabam se unindo: ocorre a chamada Fusão Nuclear, durante a qual existe a liberação de grande quantidade de energia. Quando começam as fusões nucleares no interior da nuvem gasosa dizemos que nasceu uma estrela. Ela viverá enquanto houver matéria para as fusões nucleares no seu interior. Quando elas acabarem a estrela morre.
Se a nuvem gasosa em contração não tiver massa suficiente, então não haverá o início das reações de fusão nuclear e nesse caso não haverá o nascimento de uma estrela, mas sim de uma massa marron ou um planeta (se ela estiver girando em torno de uma estrela).
“Nascimento, vida e morte de uma estrela” é apenas uma maneira de se falar em Evolução Estelar; não deve ser entendido que uma estrela tenha “vida” como aquela que se conhece para seres vivos conforme conhecidos na Terra.
Basicamente, todas as estrelas nascem da mesma maneira; sua evolução e sua morte é que podem diferir bastante. Imagine uma imensa nuvem de gás num dado local do Universo. A força gravitacional entre cada partícula da nuvem e todas as demais partículas da mesma nuvem faz com que essa partícula seja atraída para o centro da nuvem. Conforme as diferentes partículas vão “caindo” para o centro, como se cada uma fosse uma pedrinha caindo na Terra, essas partículas vão se chocando umas com as outras. Desses choques ocorrem atritos e calor. A nuvem vai se aquecendo, principalmente na sua parte central. A partir de uma dada temperatura, os choques começam a ficar tão intensos que os elétrons que orbitam em torno do núcleo atômico começam a ser desligados desses núcleos: dizemos que ocorre a ionização do átomo.
A nuvem passa a ser uma mistura de elétrons e prótons. Essa mistura recebe o nome de Plasma, que é considerado como sendo o quarto estado físico em que a matéria pode se encontrar. Dois prótons, ambos de cargas elétricas positivas, sofrem repulsão eletrostática entre eles. Mas, devido às grandes temperaturas, dois prótons podem ter velocidades tão grandes que conseguem romper as barreiras de repulsão eletrostática e acabam se unindo: ocorre a chamada Fusão Nuclear, durante a qual existe a liberação de grande quantidade de energia. Quando começam as fusões nucleares no interior da nuvem gasosa dizemos que nasceu uma estrela. Ela viverá enquanto houver matéria para as fusões nucleares no seu interior. Quando elas acabarem a estrela morre.
Se a nuvem gasosa em contração não tiver massa suficiente, então não haverá o início das reações de fusão nuclear e nesse caso não haverá o nascimento de uma estrela, mas sim de uma massa marron ou um planeta (se ela estiver girando em torno de uma estrela).
“Nascimento, vida e morte de uma estrela” é apenas uma maneira de se falar em Evolução Estelar; não deve ser entendido que uma estrela tenha “vida” como aquela que se conhece para seres vivos conforme conhecidos na Terra.
Sistema Solar
Sistema Solar
O Sistema Solar é constituído pelo Sol e pelo conjunto dos corpos celestes que se encontram no seu campo gravítico, e que compreende os planetas, e uma miríade de outros objectos de menor dimensão entre os quais se contam os planetas anões e os corpos menores do Sistema Solar (asteróides, transneptunianos e cometas)
Ainda não se sabe, ao certo, como o sistema solar foi formado. Existem várias teorias, mas apenas uma é actualmente aceite. Trata-se da Teoria Nebular ou Hipótese Nebular.
O Sol começou a brilhar quando o núcleo atingiu 10 milhões de graus Celsius, temperatura suficiente para iniciar reações de fusão nuclear. A radiação acabou por gerar um vento solar muito forte, conhecido como "onda de choque", que espalhou o gás e poeira restantes das redondezas da estrela recém-nascida para os planetas que se acabaram de formar a partir de enormes colisões entre os protoplanetas.
O Sistema Solar é constituído pelo Sol e pelo conjunto dos corpos celestes que se encontram no seu campo gravítico, e que compreende os planetas, e uma miríade de outros objectos de menor dimensão entre os quais se contam os planetas anões e os corpos menores do Sistema Solar (asteróides, transneptunianos e cometas)
Ainda não se sabe, ao certo, como o sistema solar foi formado. Existem várias teorias, mas apenas uma é actualmente aceite. Trata-se da Teoria Nebular ou Hipótese Nebular.
O Sol começou a brilhar quando o núcleo atingiu 10 milhões de graus Celsius, temperatura suficiente para iniciar reações de fusão nuclear. A radiação acabou por gerar um vento solar muito forte, conhecido como "onda de choque", que espalhou o gás e poeira restantes das redondezas da estrela recém-nascida para os planetas que se acabaram de formar a partir de enormes colisões entre os protoplanetas.
Tipos de rochas
Tipos de rochas
Ígneas (ou magmáticas)
Essas rochas são resultados da solidificação e consolidação do magma-daí o nome rochas magmáticas.Também conhecida como rochas ígneas.
O magma é um material pastoso que, há bilhões de anos, deu origem às primeiras rochas de nosso planeta, e ainda existe no interior da Terra
São as rochas formadas a partir do resfriamento do magma. Podem ser de dois tipos, a saber:
Vulcânicas (ou extrusivas) - são formadas por meio de erupções vulcânias, através de um rápido processo de resfriamento na superfície. Alguns exemplos dessas rochas são o basalto e a pedra-pomes, cujo resfriamento dá-se na água.
Plutônicas (ou intrusivas) - são formadas dentro da crosta por meio de um processo lento de resfriamento. Alguns exemplos são o granito e o diabásio.
Sedimentares
As rochas sedimentares fazem parte de 75% da superficie dos continentes, são as rochas formadas através do acúmulo de detritos, que podem ser orgânicos ou gerados por outras rochas. Classificam-se em:
Detríticas ou clásticas - são as rochas formadas a partir de fragmentos de outras rochas. Alguns exemplos são o arenito, o argilito, o varvito e o folhelho.
Químicas - são formadas a partir de transformações de certos materiais em contacto com a água ou outro tipo de substância. Alguns exemplos são o sal gema, as estalactites e as estalagmites.
Orgânicas - são rochas formadas por meio da acumulação e soterramento de matéria orgânica. Alguns exemplos são o calcário, formado através dos resíduos de conchas e corais, e o carvão mineral, formado a partir dos resíduos de vegetais.
Metamórficas
São as rochas formadas através da deformação de outras rochas, magmáticas, sedimentares e até mesmo outras rochas metamórficas, devido a alterações de condições ambientais, como a temperatura e a pressão. Alguns exemplos são o gnaisse, formado a partir do granito; a ardósia, formada a partir do xisto; o mármore, formado a partir do calcário, e o quartzito, formado a partir do arenito.
Ígneas (ou magmáticas)
Essas rochas são resultados da solidificação e consolidação do magma-daí o nome rochas magmáticas.Também conhecida como rochas ígneas.
O magma é um material pastoso que, há bilhões de anos, deu origem às primeiras rochas de nosso planeta, e ainda existe no interior da Terra
São as rochas formadas a partir do resfriamento do magma. Podem ser de dois tipos, a saber:
Vulcânicas (ou extrusivas) - são formadas por meio de erupções vulcânias, através de um rápido processo de resfriamento na superfície. Alguns exemplos dessas rochas são o basalto e a pedra-pomes, cujo resfriamento dá-se na água.
Plutônicas (ou intrusivas) - são formadas dentro da crosta por meio de um processo lento de resfriamento. Alguns exemplos são o granito e o diabásio.
Sedimentares
As rochas sedimentares fazem parte de 75% da superficie dos continentes, são as rochas formadas através do acúmulo de detritos, que podem ser orgânicos ou gerados por outras rochas. Classificam-se em:
Detríticas ou clásticas - são as rochas formadas a partir de fragmentos de outras rochas. Alguns exemplos são o arenito, o argilito, o varvito e o folhelho.
Químicas - são formadas a partir de transformações de certos materiais em contacto com a água ou outro tipo de substância. Alguns exemplos são o sal gema, as estalactites e as estalagmites.
Orgânicas - são rochas formadas por meio da acumulação e soterramento de matéria orgânica. Alguns exemplos são o calcário, formado através dos resíduos de conchas e corais, e o carvão mineral, formado a partir dos resíduos de vegetais.
Metamórficas
São as rochas formadas através da deformação de outras rochas, magmáticas, sedimentares e até mesmo outras rochas metamórficas, devido a alterações de condições ambientais, como a temperatura e a pressão. Alguns exemplos são o gnaisse, formado a partir do granito; a ardósia, formada a partir do xisto; o mármore, formado a partir do calcário, e o quartzito, formado a partir do arenito.
Magma
Magma
Magma é rocha fundida, localizado normalmente dentro de uma câmara de magma, debaixo da superfície da Terra. Essa complexa solução de silicatos a alta temperatura, entre 650 e 1200 graus Celsius, é ancestral de todas as rochas ígneas, sejam elas intrusivas ou extrusivas. O magma permanece sob alta pressão e, algumas vezes, emerge através das fendas vulcânicas, na forma de lava fluente e fluxos piroclásticos. Os produtos de uma erupção vulcânica geralmente contêm gases dissolvidos que podem nunca ter alcançado a superfície do planeta. O magma se acumula em várias câmaras de magma, situadas no interior da crosta terrestre, cuja localização resulta em leves alterações na sua composição.Magma é muito quente elevando a graus de 800° C até 1560° C.
Magma é rocha fundida, localizado normalmente dentro de uma câmara de magma, debaixo da superfície da Terra. Essa complexa solução de silicatos a alta temperatura, entre 650 e 1200 graus Celsius, é ancestral de todas as rochas ígneas, sejam elas intrusivas ou extrusivas. O magma permanece sob alta pressão e, algumas vezes, emerge através das fendas vulcânicas, na forma de lava fluente e fluxos piroclásticos. Os produtos de uma erupção vulcânica geralmente contêm gases dissolvidos que podem nunca ter alcançado a superfície do planeta. O magma se acumula em várias câmaras de magma, situadas no interior da crosta terrestre, cuja localização resulta em leves alterações na sua composição.Magma é muito quente elevando a graus de 800° C até 1560° C.
Placa tectónica
Placa tectónica
Uma placa tectónica ou tectônica é uma porção de litosfera limitada por zonas de convergência, zonas de subducção e zonas conservativas. Actualmente, a Terra tem sete placas tectónicas principais e muitas mais sub-placas de menores dimensões. Segundo a teoria da tectónica de placas, as placas tectónicas são criadas nas zonas de divergência, ou "zonas de rifte", e são consumidas em zonas de subducção. É nas zonas de fronteira entre placas que se regista a grande maioria dos terramotos e erupções vulcânicas. São actualmente reconhecidas 52 placas tectónicas, 14 principais e 38 menores.
Uma placa tectónica ou tectônica é uma porção de litosfera limitada por zonas de convergência, zonas de subducção e zonas conservativas. Actualmente, a Terra tem sete placas tectónicas principais e muitas mais sub-placas de menores dimensões. Segundo a teoria da tectónica de placas, as placas tectónicas são criadas nas zonas de divergência, ou "zonas de rifte", e são consumidas em zonas de subducção. É nas zonas de fronteira entre placas que se regista a grande maioria dos terramotos e erupções vulcânicas. São actualmente reconhecidas 52 placas tectónicas, 14 principais e 38 menores.
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